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Lojistas do Rio esperam aumento de 5% nas vendas de Natal

A poucas semanas para o Natal – a maior data comemorativa para o comércio, responsável por cerca de um terço do faturamento anual do setor – os lojistas estimam um aumento de 5% nas vendas para o Natal. É o que mostra a pesquisa do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Rio de Janeiro – SindilojasRio, que ouviu 350 lojistas da Cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa para o Natal.

Segundo a pesquisa, para atrair os consumidores, os comerciantes estão apostando principalmente em promoções, descontos e planos de pagamentos facilitados, além de kits promocionais, brindes, sorteios e até antecipando liquidações. Também aumentaram a variedade de mercadorias e o lançamento de novos produtos. Os lojistas ouvidos na pesquisa acreditam que os presentes mais vendidos no Natal serão roupas, calçados, brinquedos, bolsas e acessórios, celulares, perfumaria/beleza e bijuterias.

Para 59% dos lojistas entrevistados, o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de R$ 250,00, sendo o cartão de crédito o meio mais usado como forma de pagamento, seguido pelo cartão de débito, Pix e dinheiro.

Para aumentar as vendas, 60% dos entrevistados disseram que pretendem abrir as lojas aos domingos no mês de dezembro e estender o horário de atendimento. Para isso, 68% dos lojistas de rua pretendem aumentar a segurança com equipes de apoio e melhorar o monitoramento com câmeras.

De acordo com Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio e do SindilojasRio, a estimativa de vendas para o Natal é reflexo do clima que a data inspira, embora todas as datas comemorativas que o antecederam não tenham atingido os resultados esperados pelo comércio. “O ambiente econômico dita o comportamento do consumidor. Ainda há muita incerteza, devido à inflação e à inadimplência altas, entre outros fatores, mas, o Natal, tradicionalmente, é o momento em que os consumidores se preparam para fazer compras, presentear família e amigos e renovar suas casas. Então, as expectativas são otimistas, mas, realistas”, disse Aldo Gonçalves.